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4 de maio de 2017

ESTADO DO RIO DE JANEIRO GANHA ATLAS SOLAR

ESTADO DO RIO DE JANEIRO GANHA ATLAS SOLAR

                                                                                                                                02 de mai de 2017
Estudo analisou dados de incidência solar em todo o Estado

Com a finalidade de promover o investimento em energia solar fotovoltaica e heliotérmica, bem como sinalizar seu interesse no desenvolvimento local da indústria fotovoltaica, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a EDF Norte Fluminense, a PUC-Rio e a EGPEnergia, lançou o Atlas Solar do Estado do Rio de Janeiro.

O trabalho, que analisou dados de incidência solar em todo o estado, estimula a implementação de sistemas fotovoltaicos e de aquecimento solar de água em pequena e média escala no Rio de Janeiro, aumentando o mercado local, e sinaliza o apoio do Estado a indústrias desta área que tenham interesse em se instalar aqui. O estudo pode ser acessado através do site www.atlasriosolar.com.br.

O Atlas mostra que o Rio de Janeiro possuiu uma irradiação solar global anual que varia de 1.460 a 2.010 kWh/m². Em termos comparativos, a Alemanha, líder global na instalação de sistemas fotovoltaicos, possui um nível médio de irradiação solar de 1700 kWh/m².

No site do Atlas é possível fazer o download do estudo e, através de um simulador, gerar dados sobre tamanho do painel fotovoltaico, capacidade de geração e prazo de retorno do investimento.

– O Atlas Solar do Estado do Rio de Janeiro serve de referência para que o nosso potencial solar possa ser plenamente aproveitado. É uma importante ferramenta para a tomada de decisões no desenvolvimento de projetos solares e no planejamento de políticas públicas energéticas. O estudo faz parte do esforço governamental para a atração de empreendimentos do setor, como indústrias de fabricação de placas e painéis fotovoltaicos – disse o secretário da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico, Christino Áureo.
Economia

Com o conhecimento da irradiação solar, é possível calcular, por exemplo, a economia na conta de luz com a instalação de um equipamento de energia fotovoltaica. Isso porque, desde 2012, qualquer brasileiro que esteja disposto a fazer o investimento, pode conectar à rede elétrica um micro ou minigerador fotovoltaico e receber créditos na conta de luz pela energia excedente produzida.

O estudo aponta que o Norte Fluminense, parte da Região dos Lagos e o litoral Sul do estado são as áreas com o maior potencial para produção de energia solar fotovoltaica. A Região Serrana tem a menor capacidade de geração solar do estado, mas, mesmo nesse cenário, a implantação de um sistema fotovoltaico tem viabilidade econômica.

Atualmente, há 842 plantas de energia solar fotovoltaica operando em todo o Estado do Rio de Janeiro, conforme o Banco de Informações de Geração (BIG), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O Estado é o quarto maior em número de instalações fotovoltaicas, ficando atrás apenas do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. A capacidade total instalada soma 5.322 quilowatts pico (kW). O maior projeto fotovoltaico do estado é o Maracanã Solar, de 360 kW, instalado pela Light no estádio do Maracanã. O projeto integra a carteira do programa Rio Capital da Energia.

O Estado do Rio de Janeiro reconhece a importância das energias renováveis e entende que oferece boas condições para a localização de indústrias deste segmento. Buscando incentivar o desenvolvimento do mercado local, o Governo do Estado do Rio tomou várias medidas de estímulo ao setor, dentre as quais diferimento na importação de equipamentos. Em consonância com resolução da ANEEL, o Governo também editou uma lei que cria um ambiente favorável à implantação de indústrias de equipamentos e materiais utilizados em sistemas de energia solar através, dentre outras medidas, da isenção do pagamento de ICMS, por um prazo de dez anos, sobre a energia elétrica gerada por micro (até 100 quilowatts de potência) e minigeradores (acima de 100 quilowatts e até 1.000 quilowatts) solares no Estado do Rio de Janeiro.
Mapa Solar no Município do Rio

Em agosto de 2016, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lançou junto com a Prefeitura do Rio de Janeiro o Mapa Solar da cidade. O aplicativo permite identificar o potencial de geração de eletricidade nos telhados da capital fluminense. O estudo, inédito no país, mapeou 1,5 milhão de telhados e mostra que o potencial de geração fotovoltaica nas áreas mapeadas é maior que o consumo residencial da capital. O aplicativo pode ser acessado através do site http://mapasolar.rio.

No aplicativo, é possível conferir o potencial de geração fotovoltaica em telhados de edificações da cidade do Rio de Janeiro. Ele possibilita visualizar dados como a irradiação solar e a área disponível em cada edifício da cidade.

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O Aquecimento Global é uma realidade incontestável.

O Aquecimento Global é uma realidade incontestável, mas será que o homem é realmente o único culpado ou apenas parte do problema?

O planeta Terra é dinâmico e desde sua inclusão, no time do sistema solar, este elipsoide, originário do acúmulo de gases do universo, está em processo de transformação. Evolução constante que ocorre graças à ação direta de energias que atuam sobre sua estrutura (externa e interna), conhecidas como: Dinâmica Externa (gravidade, sol, água e os ventos) e Dinâmica Interna que vem do interior da terra (vulcões, terremotos, tectonismo de placas etc.). As dinâmicas são forças que agitam o planeta atuando sozinhas ou somando suas energias. Estas intervenções naturais ocorreram no passado, ocorrem no presente e vão permanecer ocorrendo no futuro deste planeta, que nos atura, mas paciência tem limite!

O somatório de energias transformadoras, possibilitaram o nascimento de um belo ecossistema azul que orbita o Sol a, aproximadamente, 4,5 bilhões de anos a quem chamamos de Terra. A energia transformadora, que a bilhões de anos vem moldando o planeta, é chamada de: "NATUREZA" pelos cientistas, "FORÇA DIVINA" pelos mais religiosos ou "GAIA" pelos poetas.

Gaia é um organismo vivo e resiliente, pois, mesmo sendo bombardeada por raios cósmicos e meteoros, supera e prospera, no entanto, o seu maior inimigo é interno, protegido pela acolhedora biosfera do planeta Terra. Todos os seres vivos podem ser acometidos de doenças virais, parasitas que atuam no organismo hospedeiro, agindo com maior ou menor potencial ofensivo. Quanto a Gaia o vírus que a maltrata é a “Raça Humana”, justamente aquele que, em tese, deveria garantir a “saúde” do Planeta Terra.

O impiedoso vírus homem (caçador, agricultor, industrial, consumidor voraz de energia, produtor de lixo...) o inimigo do próprio homem, com o seu desenvolvimento predatório que ataca violentamente o Ecossistema Terrestre em todos os seus biomas, vem com o passar dos séculos provocando um perigoso desequilíbrio na dinâmica do planeta, em um processo de destruição, em nome do "progresso" (técnico e econômico) que se intensificou a partir da Revolução Industrial. Os sintomas do ataque viral provocado pelo homem, são intensamente observados na intensificação das alterações no clima planetário: desequilíbrio do efeito estufa em decorrência do aquecimento global; o envenenamento, de todos os ecossistemas, poluição e a destruição gradativa das florestas etc.

As alterações climáticas são fenômenos provocados por causas naturais (dinâmica da terra) e antrópicas (ação predatória do homem), mas, com certeza, a natureza tem uma imensa capacidade de contra atacar e se curar - as 5 ultimas extinções em massa, são uma prova e, tudo em dica, que a 6º está em curso.

Os seres humanos estão cometendo um "suicídio ambiental" matando seu hospedeiro. Gaia vai se adaptar e superar, não tenho dúvida, porém, o perigo, para Raça Humana, é que o processo de cura de ataques virais tem como estratégia o combate ao vírus até que ele seja exterminado do organismo infectado.

Renato Cesar


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